Em meados dos anos 80 do século XX, a direcção do Vitória propôs à secção de aikido a construção de um ginásio sob as bancadas do Estádio do Bonfim. Esta tratou de contactos e apoios para erguer esse espaço, que foi inaugurado em 1988 com a designação de ''Ginásio 5''. Em todos estes anos, passaram cerca de 1. 000 praticantes pelas classes de Aikido do Vitória e nela foram formados 15 cintos pretos, não havendo nenhum outro clube em Portugal que tenha igualado esse número. Foram eles: Manuel Galrinho (5º dan), António Galrinho (4º dan), Carmo Ferreira (3º dan), Eunice Palhano, Heitor Manuel Matos, José Miguel Sanches, Pinto Marques, Rodrigo Gouveia (2º dan), Carlos Salsinha, Conceição Mascarenhas, Heitor Miguel Matos, José Gomes da Silva, Luís Eiras, Manuel Simões e Mário Chaínho (1º dan).
000 pessoas) e acabando por ser eliminado surpreendentemente pelo UT Arad. Em 1972-73, talvez a melhor prestação do Senhor Vitória (como era conhecido e temido naquele tempo) em provas europeias, chegando à mesma aos 1/4 de final da Taça UEFA, mas eliminando o Zaglebie (campeão polaco) com uns escandalosos 6-1 em casa, a Fiorentina e o Inter de Milão.
A força do Vitória não foi no entanto apenas restringida ao futebol e, durante a sua primeira década de vida, o clube prosperou em outros desportos, como o tiro, atletismo, ciclismo (a primeira modalidade da história do Vitória) e natação. Primeira década de ouro (1920-1930)[editar | editar código-fonte] Após a conquista do Campeonato de Lisboa em 2ª categoria em 1916-17, o Vitória repetiu o triunfo em 1921-22 e 1925-26. Tais conquistas obrigaram o clube a formar o seu grupo de honra, de modo a ombrear com alguns dos mais categorizados clubes de Lisboa da época, como o Sport Lisboa e Benfica, Sporting Clube de Portugal, Clube de Futebol Os Belenenses, Carcavelinhos Football Clube, Casa Pia Atlético Clube, Império Lisboa Clube, União Foot-Ball Lisboa, entre outros.
O Vitória FC (sem ser o futebol sénior) teve as seguintes modalidades na sua rica e longa história: Aikido Andebol Atletismo Basquetebol Chinquilho Ciclismo Futebol de Formação Futebol de Salão Futsal Ginástica Halterofilismo Hóquei em Campo Jogo de Pau Judo Karaté Motorismo Natação Pesca Desportiva Pólo Aquático Râguebi Taekwondo Ténis Ténis de Mesa Tiro Voleibol Xadrez Aikido[editar | editar código-fonte] A secção de aikido do Vitória FC surgiu em 1977, por iniciativa do Engenheiro Carmo Ferreira. Em 1982 foi aberta a classe de crianças.
Nos 1/4 de final, a passagem às 1/2 finais foi quase uma certeza, pois o Vitória estava a vencer o Tottenham por 2-0 em casa e no último minuto de jogo, o Tottenham fez o 2-1, num dos momentos mais tristes da história do Vitória, em que os vitorianos já preparavam a inédita ida às 1/2 finais da competição. Na época seguinte, o Vitória chegou mais uma vez (como era hábito) aos 1/4 de final da Taça UEFA, eliminando o Beerschot, o Molenbeek e o Leeds United, e acabando por ser eliminado pelo Estugarda. Em 1974-75 (já após o 25 de Abril) o Vitória acabou por sucumbir logo na primeira eliminatória frente ao Saragoça (perdendo por 4-0 em Espanha). Em 1975-76, o Vitória desta vez participou na Taça Intertoto, ficando em 2º lugar no Grupo 10.
Bumamuru FC x CSM Diables Noirs 10.09.2021 - Azscore
Também neste período, o Vitória teve nas suas equipas vários jogadores internacionais portugueses, como é o caso de João dos Santos, Armando Martins, Camolas, Octávio Cambalacho, Francisco Silva ''Caramelo'', Francisco Nazaré, Raúl Alexandre, Joaquim Ferreira, Matias Carlos, Eduardo Augusto, Aníbal José, entre outros. Primeiros insucessos e estabilidade na Primeira Divisão (1930-1962)[editar | editar código-fonte] Em 1934-35, o Vitória é um dos oito clubes fundadores do Campeonato Nacional da Primeira Divisão, tendo-se classificado logo na primeira temporada em 5º lugar.
É esta geração de jogadores que segundo os adeptos setubalenses, foram os grandes impulsionadores para a geração seguinte, a de 60 e 70, que quase foi campeã nacional. É também nesta década de 50 que foi começada a construção do Estádio do Bonfim, muito por causa da obra do presidente Mário Ledo, que comprou os terrenos do Bonfim e mandou à construção dum estádio que fosse mais digno do clube que era o Vitória, pois o Campo dos Arcos já era minúsculo para as ambições do ENORME. Em 1959-60, e muito por causa dessa 'geração de 50' já estar veterana, o Vitória acabou por descer de divisão.
La Passe, le prochain adversaire des Diables noirs | adiac
O clube conta com mais de 2. 000 atletas nas suas fileiras em todas as modalidades. O Vitória tem mais de 12. 767 sócios e cerca de 300. 000 adeptos espalhados pelo distrito de Setúbal, pelo país e por todo o mundo, sendo 1 dos clubes com maior massa associativa de Portugal, muito devido aos seus adeptos apaixonados aliado com um forte espírito bairrista que se vive em Setúbal. A 24 de Junho de 1932 foi feito Oficial da Ordem de Benemerência, a 31 de Janeiro de 1986 foi feito Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique e a 10 de Maio de 1999 foi feito Membro-Honorário da Ordem da Instrução Pública. [3] História[editar | editar código-fonte] Origens (1903-1910)[editar | editar código-fonte] No início do século XX, várias notícias correram Setúbal de que tinha chegado à cidade um novo desporto vindo de Inglaterra, o futebol.
La Passe vs Diables Noirs En direct - AiScore
Diables Noirs - Football, Congo: Résultats, matchs à venir
Devido ao sucesso do Torneio e à popularidade da modalidade, a direcção do Vitória, presidida por Mário Ledo, resolveu criar a secção de andebol, convidando para director Olindo Anacleto Preto e para treinador Raul Gamito Gomes. Pouco tempo depois, realizaram-se eleições no Vitória e novamente sob o comando de Mário Ledo, foi nomeado director do andebol o dirigente Júlio da Silva Tavares, que foi indiscutivelmente o grande impulsionador e obreiro da modalidade no Vitória de Setúbal. Logo na década de 60, começaram a despontar os primeiros grandes valores do andebol do clube, entre os quais Joaquim Tavira (o primeiro internacional do andebol vitoriano), Octávio Albino, José Luís Cunha da Silva, Manuel Manita (mais tarde treinador do Vitória e seleccionador nacional), Carlos Custódio e Vítor Dias.
A secção de aikido já recebeu comitivas de outros países e esteve presente em vários encontros no estrangeiro: Espanha, França, Suíça, Bélgica, Inglaterra, Marrocos, Brasil e Japão, sendo por isso e por mais razões uma das mais históricas modalidades do Vitória Futebol Clube. Andebol[editar | editar código-fonte] O andebol foi introduzido no Vitória de Setúbal em 1957, após a realização de um Torneio Popular de Andebol de ''7'' organizado pelo jornal ''O Setubalense'', e em que participaram várias equipas constituídas, principalmente, por praticantes da modalidade nos principais estabelecimentos de ensino de Setúbal que competiam nos Campeonatos da Mocidade Portuguesa.
Foot 2 Rue - Tome 26 - Les Diables Noirs - Collectif - Livre
Filipe, Castelo de Palmela e Forte de Sesimbra), uma roda de bicicleta (uma das modalidades principais na génese do clube), um pergaminho com o local e data de fundação, um ramo de Oliveira (representando a vitória e os valores de honra a ela associados de acordo com a mesma simbologia na Grécia Antiga), uma bola de futebol e um escudo verde e branco. Sabe-se ainda que o Vitória teve antes dois símbolos, muito mais simples, do qual sobressai à mesma o escudo verde-e-branco com os dizeres ''V. F. C. '' Não se sabe, no entanto, com exactidão, a origem e os motivos que justificaram a evolução do emblema. Modalidades[editar | editar código-fonte] O Vitória Futebol Clube sempre foi um um clube eclético, tendo sido sempre um dos clubes nacionais com mais modalidades no país, e com isso, um dos que têm mais títulos.
Les Diables noirs; drame en quatre actes [in prose].
La Passe - Diables Noirs match en direct Live du Vendredi 04
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