Como representante de Lisboa, o Vitória participou também no Campeonato de Portugal (prova antecessora da Taça de Portugal), à época, a única prova oficial realizada pela Federação. Na temporada 1923-24, no entanto, o Vitória foi eliminado logo na 1ª eliminatória pelo Olhanense. Mais tarde, devido à subida de rendimento do clube e no culminar de uma época memorável que foi 1926-27, a equipa do Vitória foi finalista do Campeonato de Portugal. Nessa espectacular campanha, o Vitória eliminou Despertar de Beja (12-0), Salgueiros (3-0), Sporting (1-0) e o Barreirense (1-0). Na final, realizada no Lumiar no dia 12 de Junho de 1927 contra o Belenenses, o Vitória acabaria por perder por 3-0, com golos de Augusto Silva e Silva Marques (2) para os ''homens da cruz de Cristo''. Mais tarde, e devido à criação do distrito de Setúbal, o Vitória abandonou a AF de Lisboa e fundou a AF de Setúbal, juntamente com outros clubes do recente distrito.
Em 1969-70, o Vitória chega aos 1/8 de final da Taça das Cidades com Feira, eliminando primeiro o Rapid Bucareste e depois o Liverpool (em pleno Anfield Road) e acabando eliminado pelo Hertha de Berlim (com uma derrota totalmente injusta por 1-0 na Alemanha). Em 1970-71, o Vitória alcançou mais uma vez os 1/4 de final da Taça das Cidades com Feira, eliminando desta vez o Lausanne, o Hadjuk Split (campeão jugoslavo), o Anderlecht e acabando eliminado pelo Leeds United. Em 1971-72, o Vitória alcança pela terceira vez os 1/8 de final da Taça UEFA (antiga Taça das Cidades com Feira) eliminando o Nîmes, o Spartak de Moscovo (foi a primeira vez que uma equipa russa veio a Portugal) com um espectacular 4-0 em casa (maior enchente de sempre do Estádio do Bonfim, com 40.
000 pessoas) e acabando por ser eliminado surpreendentemente pelo UT Arad. Em 1972-73, talvez a melhor prestação do Senhor Vitória (como era conhecido e temido naquele tempo) em provas europeias, chegando à mesma aos 1/4 de final da Taça UEFA, mas eliminando o Zaglebie (campeão polaco) com uns escandalosos 6-1 em casa, a Fiorentina e o Inter de Milão. Nos 1/4 de final, a passagem às 1/2 finais foi quase uma certeza, pois o Vitória estava a vencer o Tottenham por 2-0 em casa e no último minuto de jogo, o Tottenham fez o 2-1, num dos momentos mais tristes da história do Vitória, em que os vitorianos já preparavam a inédita ida às 1/2 finais da competição. Na época seguinte, o Vitória chegou mais uma vez (como era hábito) aos 1/4 de final da Taça UEFA, eliminando o Beerschot, o Molenbeek e o Leeds United, e acabando por ser eliminado pelo Estugarda.
Em 1982 foi aberta a classe de crianças. Em meados dos anos 80 do século XX, a direcção do Vitória propôs à secção de aikido a construção de um ginásio sob as bancadas do Estádio do Bonfim. Esta tratou de contactos e apoios para erguer esse espaço, que foi inaugurado em 1988 com a designação de ''Ginásio 5''. Em todos estes anos, passaram cerca de 1. 000 praticantes pelas classes de Aikido do Vitória e nela foram formados 15 cintos pretos, não havendo nenhum outro clube em Portugal que tenha igualado esse número. Foram eles: Manuel Galrinho (5º dan), António Galrinho (4º dan), Carmo Ferreira (3º dan), Eunice Palhano, Heitor Manuel Matos, José Miguel Sanches, Pinto Marques, Rodrigo Gouveia (2º dan), Carlos Salsinha, Conceição Mascarenhas, Heitor Miguel Matos, José Gomes da Silva, Luís Eiras, Manuel Simões e Mário Chaínho (1º dan).
F. C. '' Não se sabe, no entanto, com exactidão, a origem e os motivos que justificaram a evolução do emblema. Modalidades[editar | editar código-fonte] O Vitória Futebol Clube sempre foi um um clube eclético, tendo sido sempre um dos clubes nacionais com mais modalidades no país, e com isso, um dos que têm mais títulos. O Vitória FC (sem ser o futebol sénior) teve as seguintes modalidades na sua rica e longa história: Aikido Andebol Atletismo Basquetebol Chinquilho Ciclismo Futebol de Formação Futebol de Salão Futsal Ginástica Halterofilismo Hóquei em Campo Jogo de Pau Judo Karaté Motorismo Natação Pesca Desportiva Pólo Aquático Râguebi Taekwondo Ténis Ténis de Mesa Tiro Voleibol Xadrez Aikido[editar | editar código-fonte] A secção de aikido do Vitória FC surgiu em 1977, por iniciativa do Engenheiro Carmo Ferreira.
Em 1967-68, o Vitória alcançou um feito histórico, tendo mais uma vez classificado-se em 5º no campeonato e chegado mais uma vez à final da Taça de Portugal, a 4ª consecutiva. Desta vez, enfrentou o Porto, mas os dragões levaram a melhor e venceram por 2-1, com golo sadino a ter sido marcado por Pedras, numa final que não teve favoritos (já se pode ver bem a grandeza do Vitória nesses tempos). Em 1968-69, o Vitória alcança a sua melhor classificação no campeonato até então, um magnífico 4º lugar. Mas as surpresas não acabariam aqui, porque apesar da saída do mestre Fernando Vaz no final dessa temporada, veio para o seu lugar o mestre José Maria Pedroto. E com José Maria Pedroto, viu-se o melhor Vitória FC de todos os tempos, que de 1969 a 1974 imiscui-se entre Sporting e Benfica na luta pelo título, alcançando três vezes o 3º lugar (em 1969-70, 1972-73 e 1973-74), uma vez o 4º (em 1970-71, igualando o 4º lugar de 1968-69) e uma vez o 2º lugar (em 1971-72), a melhor classificação do clube na Primeira Divisão, além de ter alcançado mais uma vez a final da Taça de Portugal em 1972-73, perdida contra o Sporting outra vez por 3-2 (com golos vitorianos marcados por Duda e Vicente).
Em 1965-66, o Vitória voltou outra vez à Taça das Taças, como representante português por ter ganho em 1964-65 a Taça de Portugal ao Benfica. Desta vez, calhou ao Vitória o Aarhus, clube da Dinamarca. O clube setubalense voltou a ser eliminado pelos dinamarqueses, por estes terem ganho na Dinamarca por 2-1 (golo vitoriano de Quim) e de terem vencido no Bonfim também por 1-2 (golo vitoriano de Jaime Graça). Em 1966-67, o Vitória estreou-se na Taça das Cidades com Feira (depois Taça UEFA, actual Liga Europa) devido ao 5º lugar alcançado na Primeira Divisão de 1965-66. Após o Vitória ter passado automaticamente logo a Primeira Eliminatória, nos 1/8 de final, coube ao clube sadino a poderosa Juventus.
Vitória de Setúbal placar ao vivo, calendário e resultados
Símbolo[editar | editar código-fonte] O símbolo do Vitória Futebol Clube inclui um castelo com três torres (representando os três castelos da região: Castelo de S. Filipe, Castelo de Palmela e Forte de Sesimbra), uma roda de bicicleta (uma das modalidades principais na génese do clube), um pergaminho com o local e data de fundação, um ramo de Oliveira (representando a vitória e os valores de honra a ela associados de acordo com a mesma simbologia na Grécia Antiga), uma bola de futebol e um escudo verde e branco. Sabe-se ainda que o Vitória teve antes dois símbolos, muito mais simples, do qual sobressai à mesma o escudo verde-e-branco com os dizeres ''V.
No entanto, de entre todos os conjuntos da cidade, um se destacou de forma brilhante, o Setubalense Sporting Clube (que tinha como equipamento as listas verticais listadas a verde-e-branco). O Setubalense Sporting Clube promovia várias festas de desporto, quer em terra como em mar, tais como: caça ao pato, corridas de canoas de pesca no Rio Sado, regatas a remo, corridas pedestres e de estafetas, provas de bicicleta, exercícios de ginástica e ainda os desafios de futebol, no qual participavam os nomes mais sonantes e importantes do desporto na cidade. Fundação e primeiros anos (1910-1920)[editar | editar código-fonte] Em 10 de Novembro de 1910, as tensões crescentes entre os membros do Bonfim Futebol Clube (um dos mais populares clubes setubalenses) levaram Joaquim Venâncio, Henrique Santos e Manuel Gregório a abandonarem o mesmo e a resolverem fundar um novo grupo.
A era dourada (1962-1974)[editar | editar código-fonte] Em 16 de Setembro de 1962, foi inaugurado o tão esperado Estádio do Bonfim com capacidade para 35. 000 lugares, tendo sido na altura um dos mais modernos e mais bonitos estádios portugueses a ser construídos. Com a construção do Estádio do Bonfim, o Vitória passou a ter um futuro muito risonho, e estreou-se logo nas competições europeias no ano de estreia do Bonfim, em 1962-63.
Pelo meio o Vitória perdeu as duas finais da Supertaça com Benfica (1-0) e FC Porto (3-0), mas em 2007/08 numa época memorável e comandados por Carlos Carvalhal, os sadinos chegam novamente à Europa com um 6º lugar, chegam à meia-final da Taça de Portugal e conquistam a Taça da Liga batendo na final o Sporting após desempate por grandes penalidades. (3-2 nas grandes penalidades). Últimos anos e queda o Campeonato de Portugal (2008-actualmente)[editar | editar código-fonte] Nos últimos anos, o Vitória tem vivido tempos difíceis, lutando na maior parte das vezes pela manutenção na Primeira Liga Portuguesa. O clube tem actualmente 9.
Vitória Futebol Clube: Home
O lema do clube diz que o ''Vitória não é grande, é ENORME''. [1] O clube utiliza como cores principais o verde e o branco e a sua mascote é o ''Sadino'', [2] um roaz corvineiro (espécie de golfinho que habita o Rio Sado). O Vitória é um dos clubes mais eclécticos do país, sendo que tem diversas modalidades (algumas delas já extintas), tais como: futebol, andebol, aikido, atletismo, basquetebol, chinquilho, ciclismo, futsal, ginástica, halterofilismo, hóquei em campo, jogo de pau, judo, karaté, natação, motorismo, pesca desportiva, pólo aquático, râguebi, ténis, ténis de mesa, tiro, voleibol, xadrez, taekwondo e futebol de formação, tendo já vencido inúmeros troféus nacionais e internacionais. O clube conta com mais de 2.
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